| A INAUDÍVEL PAZ DO SILÊNCIO MÉDICO Olá. Mais ou menos mensalmente nesta página damos notícia da organização de compilações temáticas de música em CD provindas no nosso backcatalog que gostaremos de partilhar convosco em regime de empréstimo doortodoor ou similar. Claro que o empréstimo supõe apenas uma honesta audição e a obtenção de uma opinião sobre a música, visto sermos frontalmente contra a cópia de discos, como é óbvio. Histórico: 1.10.04 Olá. Eis a primeira colectânea: IMS 1 O ESTADO DA NAÇÃO ! Podem clickar para conhecer o seu conteúdo e texto. E podem procurar-me na Medicina B unidade 2 HSJ piso 4 para empréstimo. Enjoy ! 27.10.04 a colectânea do José Mário Branco, fixação fetiche e incontornável. Texto disponível, bem como conteúdo. A 2.11.04 fica disponível a colectânea sobre o que os meninos Brian Eno e David Byrne andavam a fazer nos anos 80-82. Texto também disponível, isto é, uma resenha sobre as partes que constituem o todo. Os disks estão onde deviam estar: Med B2 Mientras, 30/11 Erykan Badu, Queen of the underground soul. Texto e sequência, discos na Med B2.. 7/12: Nu Soul: The Best of The Rest: texto e alinhamento. Clicar aqui para conhecer texto e conteúdo das cinco colectaneas já editadas. Quem não tiver acesso ao contacto directo via Med B2 pode pedir CD via email, e o seu pedido será analisado... E agora... 26/01/05: Stevie Wonder: 72-76, Just An Old Tape Vol 1, já com textos na página respectiva, bem como A Portuguesa, Vol.1, idem. 02/03/05_ Já disponíveis a colectânea com dedicatória a Camilla Parker-Bowles e A Portuguesa, vol.2. E já vão dez colectâneas ! 13/04/05: French Touch nas bancas ! 31/05/05: 2004 Buys and Gifts, o balanço esperado ! E a 01/06/05 (perdão, a 23/06/05...) Underwood: Loud Music & a Whisper (music of Underworld as a trio). A 01/07/05: June, uma escolha de temas giros, no sítio do costume, Texto aparecerá na página respectiva. A 22/11/05 começo a distribuição de October. Na medicina B2 já não há lugar para CD's ao alto. |
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| Portanto... Nascido em 64, nasci para a música a ouvir "Lady Writer" dos Dire Straits" e "Video Killed the Radio Star" dos Buggles. Tive a primeira discussão musical numa carreira de liceu em visita a Lisboa, onde também houve tempo para vomitar com o enjoo e discutir com o meu amigo Lizé (onde andas ?) se era preciso ou não passar a ponte sobre o Tejo para chegar à capital. Ele achava que sim. Apanhei portanto toda a New Wave, desemboquei rapidamente na Rádio Comercial e no Luis Filipe de Barros e terminei no papa António Sérgio. Não fui punk auditivo, nem havia no meu liceu gente assim. A malta mais marginal utilizava consumíveis que eu descartava, mas a música era a mesma e não se furavam línguas nem nada disso. Aliás muitos amigos meus que tinham tido contacto mais precoce com a música eram terrivelmente sinfónicos. Hoje em dia ainda tenho como desafios por completar saber o valor objectivo de grupos como os Yes e os Moody Blues. E confesso, ouvi muito Supertramp. Bastante rádio depois, e alguma leitura de crítica especializada, a migração dos gostos foi-se fazendo, tentando manter algum ecletismo aberto à norma da procura de boa música. Também estou órfão da XFM, claro. Entretanto, o rock morreu e renasceu. Começámos todos a dançar e agora estamos um pouco cansados disso. Momentos chave ? Primeira audição dos De La Soul numa jukebox londrina, o ouvir de alguns temas na Comercial cujo nome já esqueci, mas que modelaram mais o meu gosto do que muitas páginas escritas. Levo alguns anos de vida, e muitas curvas, esquinas, atalhos, acelerações e deslumbramentos. E a música sempre ali. |
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